Como escolher sua primeira raquete de Beach Tennis: guia completo para iniciantes

Está escolhendo sua primeira raquete de Beach Tennis? Entenda carbono, fibra de vidro, EVA, peso, balanceamento, sweet spot e o que realmente importa antes de comprar.

Primeira raquete de Beach Tennis: diferentes modelos sobre uma mesa

Fibra de vidro ou carbono? 3K, 12K ou 18K? EVA Soft ou Hard? 320 ou 350 gramas?

Se você está procurando sua primeira raquete de Beach Tennis, provavelmente já percebeu que escolher pode ser bem mais complicado do que parece.

E não é difícil entender o motivo.

O mercado está cheio de termos como carbono 3K, carbono 12K, EVA Soft, EVA Black, balanceamento, sweet spot, rugosidade, potência, controle… e, muitas vezes, essas informações aparecem sem explicar o que realmente significam.

Pior: algumas simplificações são repetidas tantas vezes que acabam virando “verdades”.

Aqui no NaAreiaBT, a ideia é fazer diferente.

Vamos juntar experiência de quadra com aquilo que a ciência, a engenharia dos materiais e as referências técnicas do Beach Tennis realmente conseguem sustentar.

Porque a primeira coisa que você precisa saber é esta:

a melhor primeira raquete não é necessariamente a mais cara, a mais leve ou a que tem mais carbono.

É a raquete que facilita seu aprendizado e combina com o momento do seu jogo.


Antes de tudo: como é construída uma raquete de Beach Tennis?

À primeira vista, parece simples: uma peça sólida, cheia de furos, com um cabo.

Mas existe bastante engenharia ali dentro.

De forma simplificada, podemos pensar a raquete em três partes:

estrutura ou frame, que dá sustentação à raquete;

faces externas, que entram em contato com a bola;

núcleo, normalmente constituído por algum tipo de espuma polimérica, como o EVA.

Um estudo específico sobre raquetes de Beach Tennis publicado por Emiliano Mucchi na revista científica Measurement analisou uma raquete construída com camadas externas de fibra de carbono e preenchimento em EVA. O objetivo do trabalho era estudar justamente o comportamento dinâmico da raquete e seu sweet spot. ScienceDirect

Isso já nos ensina algo importante:

não existe um único material responsável pelo comportamento da raquete.

A sensação que você terá na mão é resultado da combinação da estrutura, das faces, do núcleo, da geometria e da distribuição de massa.

Por isso, olhar para uma etiqueta escrita apenas “100% carbono” nunca conta toda a história.


Fibra de vidro ou carbono: qual é melhor para começar?

Essa é provavelmente uma das primeiras dúvidas de quem compra uma raquete.

Tecnicamente, fibra de carbono e fibra de vidro possuem propriedades bastante diferentes.

Como referência, fibras de vidro tipo E apresentam módulo elástico em torno de 72 GPa, enquanto fibras de carbono utilizadas em compósitos esportivos podem apresentar valores muito superiores. PMC

Traduzindo isso para quem quer jogar Beach Tennis e não fazer engenharia de materiais:

o carbono permite construir estruturas muito rígidas mantendo baixo peso.

Já a fibra de vidro apresenta menor rigidez como fibra e pode participar de construções com comportamento mais flexível.

Mas atenção à palavra “pode”.

Não significa que:

toda raquete de carbono é dura, nem que toda raquete de fibra de vidro é macia.

O comportamento final depende também da quantidade de camadas, orientação das fibras, tipo de resina, espessura, formato, EVA utilizado e de como todo esse conjunto foi projetado.

Por isso, aquela regra:

“iniciante tem que comprar fibra de vidro”

é simples demais.

O raciocínio mais interessante seria:

Para quem está começando, não existe necessidade de procurar uma raquete extremamente rígida. Manobrabilidade, conforto e tolerância aos contatos fora da região ideal normalmente são características mais importantes durante o aprendizado.

Uma raquete com fibra de vidro pode entregar isso. Uma raquete híbrida também pode. E existem raquetes de carbono projetadas para terem comportamento confortável.

O material é importante, mas o projeto da raquete inteira importa mais.


Carbono 3K, 12K e 18K: cuidado com esse número

Aqui existe uma das maiores confusões do mercado de raquetes.

Você provavelmente já viu algo parecido com:

3K = macio
12K = intermediário
18K = duro

É uma maneira fácil de explicar.

O problema é que, tecnicamente, isso não funciona dessa forma.

O “K” está relacionado à quantidade de filamentos que compõem um feixe — ou tow — de fibra de carbono.

De forma simplificada:

3K ≈ 3.000 filamentos

12K ≈ 12.000 filamentos

18K ≈ 18.000 filamentos

Só que isso não transforma o número K em uma escala de rigidez.

A ficha técnica da Mitsubishi Chemical dá um exemplo perfeito.

A empresa possui uma fibra com 3.000 filamentos e módulo de tração de 235 GPa e outra com 12.000 filamentos com os mesmos 235 GPa.

Ao mesmo tempo, possui diferentes fibras de 12.000 filamentos com módulos de aproximadamente 284, 324, 375 e 425 GPa. M Chemical

Percebeu o problema?

Duas fibras podem ser chamadas de 12K e possuir propriedades mecânicas bastante diferentes.

Então grave isto:

A sensação final também dependerá da fibra utilizada, trama, orientação, número de camadas, resina, núcleo e construção geral.

Isso significa que você deve ignorar o K?

Não.

É uma informação sobre a construção da raquete.

Apenas não deveria escolher uma raquete exclusivamente porque está escrito 18K nela.


E o EVA? Soft, Medium ou Hard?

Agora chegamos ao coração da raquete.

O EVA faz parte do núcleo e participa diretamente do comportamento da estrutura durante a deformação provocada pelo impacto.

Existem diferentes formulações e densidades desse material.

Estudos mecânicos com espumas de EVA mostram que mudanças de densidade alteram propriedades como módulo elástico, resistência à deformação e absorção de energia. Em testes de compressão, EVAs de maior densidade apresentaram maior módulo e maior tensão necessária para produzir a mesma deformação. MDPI

Na prática, os fabricantes costumam adotar classificações como:

EVA Soft

EVA Medium

EVA Hard

ou nomes comerciais próprios.

O problema é que não existe uma escala universal dizendo que o “Soft” da marca A possui exatamente a mesma dureza do Soft da marca B.

Por isso, cuidado novamente com generalizações.

De maneira geral, um núcleo mais deformável pode proporcionar uma sensação diferente de contato e conforto, enquanto núcleos mais rígidos apresentam menor deformação sob determinadas cargas.

Mas reduzir tudo a:

Soft = controle
Hard = potência

também seria simplificar demais.

O comportamento do conjunto depende da interação entre EVA + faces + estrutura + impacto.

Para a primeira raquete

Para quem ainda está construindo os golpes, faz sentido procurar uma resposta confortável e não excessivamente rígida.

Você não precisa começar usando o equipamento de um atleta profissional que bate na bola com uma velocidade e técnica completamente diferentes das suas.

Sua primeira raquete deveria ajudar seu jogo, e não exigir que seu jogo já esteja pronto.


Peso é importante. Mas não olhe apenas para a balança

Imagine duas raquetes.

As duas pesam exatamente 330 gramas.

Uma delas parece rápida e fácil de movimentar.

A outra parece pesada quando você prepara um voleio ou tenta reagir rapidamente a um smash.

Como isso é possível?

Porque peso e distribuição do peso são coisas diferentes.

Um estudo publicado na revista Sensors analisou justamente propriedades inerciais de raquetes sólidas de padel — cuja construção permite algumas comparações mecânicas úteis com o Beach Tennis — e mostrou a importância do momento de inércia para entender a manobrabilidade de uma raquete. MDPI

Sem complicar demais:

quanto mais massa estiver concentrada longe da sua mão, maior tende a ser o esforço necessário para acelerar, frear ou mudar a direção da raquete.

É aí que entra o balanceamento.


Balanceamento: por que duas raquetes do mesmo peso parecem tão diferentes?

Pense em um martelo.

Segure-o normalmente pelo cabo e faça um movimento.

Agora segure-o próximo da cabeça.

O peso continua praticamente o mesmo, mas a sensação muda completamente porque a massa está distribuída de maneira diferente em relação à sua mão.

O mesmo princípio aparece em uma raquete.

Quando existe mais massa concentrada em direção à cabeça, você aumenta o momento de inércia em determinados movimentos.

Isso pode trazer algumas vantagens, mas também exige mais do jogador para acelerar e reposicionar a raquete.

Para quem está começando e ainda está desenvolvendo:

  • preparação dos golpes;
  • velocidade de reação;
  • posicionamento;
  • coordenação;
  • recuperação da raquete depois do golpe;

uma raquete com boa manobrabilidade costuma fazer bastante sentido.

Isso não significa simplesmente procurar “a raquete mais leve do mercado”.

Significa procurar um conjunto equilibrado entre peso e balanceamento.


E afinal, o que é o famoso sweet spot?

Você vai encontrar esse termo em praticamente todas as propagandas de raquetes.

“Sweet spot ampliado.”

“Maior área de sweet spot.”

“Sweet spot otimizado.”

Mas existe ciência por trás disso.

E, melhor ainda, existe um estudo especificamente com raquete de Beach Tennis.

Em 2013, o pesquisador Emiliano Mucchi publicou o estudo On the sweet spot estimation in beach tennis rackets, utilizando técnicas de análise modal para investigar o comportamento vibracional da raquete. ScienceDirect

E aqui fica interessante.

O conceito de sweet spot pode estar associado a fenômenos diferentes.

Existe uma região relacionada à menor vibração percebida.

Existe o centro de percussão, relacionado à transmissão do impacto.

E existe a região associada ao maior coeficiente de restituição, ligada à eficiência da colisão entre bola e raquete. ScienceDirect

Ou seja:

o sweet spot é mais complexo do que simplesmente desenhar um círculo no centro da raquete.

O assunto continua sendo pesquisado. Em 2026, a conferência internacional The Engineering of Sport 16 incluiu uma apresentação especificamente intitulada “The Sweet Spot of a Beach Tennis Racket”. Eventos WSU

Para o jogador iniciante, porém, podemos transformar toda essa engenharia em algo bem simples:

Uma raquete tolerante deve continuar oferecendo uma resposta razoável mesmo quando você não acerta sempre a bola na região ideal.

E, convenhamos: quando estamos começando, isso acontece bastante.


Então raquete redonda tem sweet spot maior?

Você provavelmente já escutou:

redonda = controle e sweet spot grande

gota = equilíbrio

diamante = potência e sweet spot pequeno

Essas classificações podem ajudar a entender a intenção de projeto de algumas raquetes.

Mas não devem ser tratadas como leis da física.

O formato externo sozinho não determina o comportamento dinâmico da face.

Sweet spot depende também da construção, distribuição de massa, rigidez estrutural, núcleo e modos de vibração.

Então uma afirmação mais correta seria:

Raquetes mais arredondadas são frequentemente projetadas visando controle e tolerância, mas você não pode determinar o tamanho real do sweet spot olhando apenas para o formato.

Pode parecer um detalhe, mas é exatamente o tipo de informação que evita comprar equipamento apenas com base em marketing.


E aqueles furos todos?

Os furos não estão ali apenas por estética.

A própria regulamentação internacional estabelece limites para dimensões e posicionamento.

Segundo as Rules of Beach Tennis 2026 da ITF, a superfície de impacto não pode ultrapassar 30 cm de comprimento e 26 cm de largura, o comprimento total da raquete não pode ultrapassar 50 cm e a espessura deve ser constante, com no máximo 38 mm. Há ainda regras específicas para furos maiores que 13 mm próximos à borda. ITF Tennis

Os furos também podem influenciar características aerodinâmicas e estruturais da raquete.

Só não caia em outra armadilha:

mais furos não significa automaticamente mais velocidade.

Diâmetro, posição e distribuição dos furos também importam.

Para sua primeira raquete, eu colocaria esse critério bem abaixo de manobrabilidade, conforto e resposta do conjunto.


E a superfície áspera? Preciso de muita rugosidade?

Outro argumento bastante utilizado é a textura da face.

A lógica é simples: modificar o atrito entre a bola e a superfície pode alterar sua interação durante o impacto.

Mas, para um iniciante, eu também não colocaria isso entre os primeiros critérios.

O efeito produzido na bola depende de vários fatores, incluindo técnica, velocidade da raquete, orientação da face e direção do movimento.

Em outras palavras:

uma superfície extremamente áspera não vai gerar efeito por você.

Antes de procurar uma raquete “spin monster”, vale muito mais desenvolver os movimentos que realmente produzem o efeito.


Como escolher a primeira raquete de Beach Tennis?

Depois de falar de carbono, EVA, sweet spot, peso e balanceamento, talvez você esteja pensando:

“Tá bom. Mas qual eu compro?”

Calma.

A ideia deste guia é justamente fazer você escolher entendendo o motivo.

Para um jogador iniciante, eu colocaria as prioridades nesta ordem:

  1. Manobrabilidade: a raquete precisa permitir preparação e reação com facilidade.
  2. Conforto: não existe motivo para começar com uma construção extremamente rígida apenas porque atletas avançados utilizam algo parecido.
  3. Tolerância: enquanto a técnica está sendo construída, você não acertará sempre a bola na região ideal.
  4. Peso e balanceamento em conjunto: não escolha apenas olhando quantos gramas aparecem na ficha técnica.
  5. Núcleo adequado ao seu nível e sensação: um conjunto excessivamente duro não é necessariamente uma vantagem.
  6. Material da face: carbono ou fibra de vidro deve ser analisado dentro do conjunto da raquete.
  7. Formato, rugosidade e quantidade de furos: são características importantes, mas não deveriam decidir sozinhas sua primeira compra.

Essa ideia de facilitar o processo de aprendizagem também combina com o que aparece na literatura sobre iniciação ao Beach Tennis.

Um estudo brasileiro publicado em 2024 na revista Motrivivência, a partir de entrevistas com treinadores, destaca no processo inicial elementos como aprender a usar a raquete contra a bola, movimentar-se e ocupar os espaços da quadra e tomar decisões intencionais durante o jogo. Periódicos UFSC

Sua preocupação inicial deveria estar muito mais perto disso do que de saber se sua raquete possui carbono 12K ou 18K.


Preciso comprar uma raquete profissional logo de cara?

Não.

E isso não significa necessariamente comprar uma raquete ruim ou descartável.

Existe uma diferença enorme entre:

comprar um equipamento de boa qualidade e comprar um equipamento desenvolvido para atender às exigências de um jogador avançado.

Você ainda está aprendendo o tempo da bola, posicionamento, empunhadura, movimentação, voleio, saque, gancho, smash…

Inclusive, o livro brasileiro Beach Tennis: das técnicas básicas às táticas avançadas, de Marcus Ferreira, organiza justamente essa evolução desde equipamento e empunhadura até movimentação e golpes mais avançados. O livro dedica uma seção específica às raquetes antes de entrar nos fundamentos técnicos. Smashbt

Na formação italiana também existe essa preocupação com a progressão do jogador. O manual I primi passi, de Stefano Bonadonna, aparece na bibliografia oficial da formação de instrutores de Beach Tennis da Federazione Italiana Tennis e Padel, junto a conteúdos de equipamento, empunhadura, golpes básicos e metodologia para iniciantes. Fitp

Ou seja:

primeiro você constrói o jogador. Depois o equipamento pode acompanhar sua evolução.


Checklist antes de comprar sua primeira raquete

Na escolha da primeira raquete de Beach Tennis, conforto, manobrabilidade e tolerância devem pesar mais do que simplesmente escolher o material mais caro.

Quando encontrar uma raquete que gostou, antes de passar o cartão, faça algumas perguntas:

  • Ela é confortável na minha mão?
  • Consigo movimentá-la rapidamente?
  • O peso parece adequado mesmo depois de alguns minutos jogando?
  • O balanceamento me agrada ou sinto a cabeça puxando demais?
  • A resposta no contato com a bola parece confortável?
  • Tenho controle quando não acerto exatamente o centro?
  • Estou escolhendo essa raquete pelas características dela ou porque um profissional usa?

E, sempre que possível:

teste antes de comprar.

Ficha técnica ajuda.

Ciência ajuda.

Review ajuda.

Mas a interação entre jogador e equipamento continua sendo fundamental.


Uma última dica: não compre marketing

Carbono não torna automaticamente uma raquete melhor.

18K não significa automaticamente mais tecnologia que 3K.

Mais peso não significa automaticamente mais potência.

Menos peso não significa automaticamente mais controle.

Formato redondo não garante sozinho um sweet spot gigante.

E uma raquete profissional não transforma ninguém em jogador profissional.

No começo, procure um equipamento que permita que você aprenda, erre, ajuste e evolua.

Porque aquela bola que hoje pega no canto da raquete, daqui a alguns meses começa a entrar no sweet spot.

O voleio atrasado começa a sair na frente.

O smash começa a ter direção.

E aquela curta que você jurava que nunca aprenderia… começa a morrer do outro lado da rede.

E talvez seja justamente essa a melhor parte do Beach Tennis.

Sua primeira raquete de Beach Tennis deve acompanhar o momento do seu jogo e facilitar sua evolução na quadra.

A raquete ajuda. Mas quem evolui é você.

Nos vemos na areia. 🎾🏖️

NaAreiaBT


Referências técnicas utilizadas

MUCCHI, Emiliano. On the sweet spot estimation in beach tennis rackets. Measurement, v. 46, n. 4, p. 1399–1410, 2013. DOI: 10.1016/j.measurement.2012.12.014. O estudo usa análise modal experimental para investigar sweet spot, vibração e coeficiente de restituição especificamente em raquete de Beach Tennis. ScienceDirect

BLANES, Carlos et al. Identifying the Inertial Properties of a Padel Racket: An Experimental Maneuverability Proposal. Sensors, 22(23), 9266, 2022. DOI: 10.3390/s22239266. Referência complementar para momento de inércia, balanceamento e manobrabilidade de raquetes sólidas. MDPI

CHEN, Hongjuan et al. Mechanical Behavior of Closed-Cell Ethylene-Vinyl Acetate Foam under Compression. Polymers, 16(1), 34, 2024. DOI: 10.3390/polym16010034. Fundamentação das propriedades mecânicas de espumas EVA de diferentes densidades. MDPI

MENDONÇA, Guilherme dos Santos; SANTOS, Walmir Romário dos; MENEZES, Rafael Pombo. Métodos e conteúdos ensinados na iniciação do beach tennis a partir dos discursos de treinadores. Motrivivência, v. 36, n. 67, 2024. DOI: 10.5007/2175-8042.2024.e99772. Periódicos UFSC

International Tennis Federation — ITF. Rules of Beach Tennis 2026. Apêndice II — The Racket. Fonte oficial para dimensões e requisitos regulamentares das raquetes. ITF Tennis

Mitsubishi Chemical. Carbon Fiber Tow. Dados técnicos sobre quantidade de filamentos, módulo de tração, resistência e densidade de diferentes tipos de fibra de carbono. M Chemical

FERREIRA, Marcus. Beach Tennis: das técnicas básicas às táticas avançadas. Referência brasileira sobre equipamentos, fundamentos técnicos, movimentação e desenvolvimento do jogo. Smashbt

BONADONNA, Stefano. Manuale del Beach Tennis — I primi passi. Giunti, 2021. Bibliografia utilizada na formação de instrutores da Federazione Italiana Tennis e Padel. Fitp